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A
pesquisa contou com dois grupos de ratos de laboratório, que ficaram
expostos a ondas eletromagnéticas equivalentes as mesmas ondas que
uma pessoa recebe falando por duas horas, todos os dias, durante
nove meses. Antes do estudo, todos tiveram que decorar o caminho de um labirinto. Com a exposição às ondas eletromagnéticas, os ratos que tinham as placas da proteína causadora do Alzheimer, mas que ainda não tinham desenvolvido a doença, não perderam a memória. E os que já mostravam sintomas da doença se recuperaram. Agora, o desafio dos pesquisadores é determinar os níveis exatos de ondas eletromagnéticas que poderiam acabar com as placas da proteína causadora do Alzheimer nas pessoas. Nos ratos, os resultados surgiram depois de meses de pesquisa, sugerindo que efeitos semelhantes em humanos levariam anos para aparecer. Fonte: Redação Saúde em Movimento
Adm.
Alexandre Rocha Freitag Filho Laboratório
Freitag & Weingärtner -
www.fwlab.com.br |
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