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The Bing Bang
Saudações caros leitores, é com grande entusiasmo
que escrevo este primeiro artigo. Entusiasmo, pois, além de fazer parte de uma
ótima equipe de colunistas, tenho a oportunidade de expressar o que penso sobre
estes assuntos que fazem e farão sempre parte de nossas vidas. Informática e
tecnologia.
| Automóveis do Futuro |
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Fonte: Globo.com |
| Rato |
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Fonte: epa.qld.gov.au |
| Matéria Escura |
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Fonte: um-buraco-na-sombra.netsigma.pt |
O termo Informática foi criado
na França em 1962 e provém da contração das palavras: Information automatique
(Informação automática), e designa a ciência que estuda o tratamento automático
racional da informação.
Já a palavra tecnologia tem
sua origem nas palavras gregas téchné, que é arte, e logos, que quer dizer
palavra, tratado, pensamento, discurso. Indica um conjunto de conhecimentos de
que uma sociedade dispõe sobre ciências e artes industriais, incluindo os
fenômenos sociais e físicos, e a aplicação destes princípios à produção de bens
e serviços.
Termos como estes, cheios de nuâncias, torna-se
difícil escolher um tema específico com tamanha grandeza de opções. Por
exemplo, poderia comentar sobre experiências com camundongos de controle remoto,
na qual implantaram um chip em seu cérebro. No comando deste dispositivo um
cientista que com o pressionar de teclas de um computador controla literalmente
os movimentos de caminhada do pobre rato cibernético. O que será que Mickey
diria?
Ou poderia comentar sobre os novos conceitos de
automóveis que em um futuro nada distante autonomamente distinguirão pedestres
de automóveis, tendo como objetivo evitar atropelamentos bem como colisões, além
de dirigirem sem a ajuda humana, utilizando ainda combustíveis alternativos.
Seria interessante falar também sobre como provar
que o homem efetivamente esteve na lua? Ou que nosso universo desde o bing
bang está em expansão com velocidade crescente. De que é feita a matéria
escura?
Por hoje ficamos por aqui, deixo uma pergunta para
refletir.
“Se estivermos sozinhos no universo, não seria um
desperdício de espaço?”
Um abraço
Douglas Ropelato |