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Pomerode

Animais do Zoo Pomerode ganham picolés para se refrescarem no verão

Com direito a ventilador, espécies recebem cuidados diferenciados durante a estação mais quente do ano

Com dias em que a sensação térmica pode ultrapassar os 35°C, o verão traz desconforto para todos. Mas a equipe do Zoo Pomerode achou uma saída para amenizar o calor dos animais: o picolé. Seja de frutas ou carnes congeladas, os itens fazem a alegria e despertam o interesse de aves, mamíferos e répteis da instituição. Além disso, durante os meses mais quentes do ano recebem uma dieta com frutas ricas em água para manter a hidratação, são instalados ventiladores no recinto das lhamas e aspersores de irrigação de água para outras espécies.

A distribuição dos picolés faz parte do programa de enriquecimento ambiental promovido para os animais do zoológico. O objetivo é estimular as espécies a explorar os espaços ao seu redor, através de técnicas alimentares, olfativas e mobiliárias como alimentos espalhados pelo chão ou escondidos. Outras ações envolvem essências e ervas aromáticas ou troncos, cordas e bambus. No caso da iguaria gelada, elas são utilizadas tanto para amenizar o calor quanto para trazer algo diferente para os bichos.

Priscila Weber Maciel, bióloga do Zoo Pomerode, destaca que mesmo atividades rotineiras como a alimentação não podem se tornar comuns. “Nós oferecemos os picolés nos dias mais quentes e é sempre uma festa para os bichos e para os visitantes, que podem ver as reações deles”, diz. As áreas onde as espécies ficam também contam com espaços com sombra e piscinas. “Os animais são como nós, os corpos deles vão se adequando ao clima. Mas, mesmo assim, estamos sempre pensando em maneiras para garantir o seu conforto”, completa.

O Zoo Pomerode está aberto todos os dias, inclusive feriados e finais de semana. Até o dia 31 de março de 2020 funcionará das 8h às 19h, na Rua Hermann Weege, 180, Centro.

Sobre o Zoo Pomerode
Maior zoológico de Santa Catarina, o Zoo Pomerode abriga 1.011 animais, de 242 espécies diferentes. Destas, 40 espécies estão na lista mundial de ameaçadas de extinção. Na sua maioria, os moradores do espaço não têm condições de voltar à natureza porque foram vítimas de maus-tratos ou acidentes.


Olga Helena
Foto: Erik Mak

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