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Blumenau

Blumenau é a terceira cidade com maior número de empresas em Santa Catarina

O município está atrás apenas de Florianópolis e Joinville em pesquisa que considera números até dia 9 de dezembro. No cenário nacional, a cidade aparece em 51º lugar

Marcos e Maurício Kalvelage fazem parte da estatística dos novos empreendedores blumenauenses Clique para ver maior | Imagem: Daniel Zimmermann

Marcos e Maurício Kalvelage fazem parte da estatística dos novos empreendedores blumenauenses
Clique para ver maior | Imagem: Daniel Zimmermann

Os números apontados pela recente pesquisa divulgada pelo Empresômetro, do Instituto Brasileiro de Planejamento de Tributação, mostra que, além do perfil trabalhador característico do blumenauense, o empreendedorismo também cresce na região. Blumenau é a terceira cidade catarinense com maior número de empresas ativas, atrás apenas da capital Florianópolis e do maior município de Santa Catarina, Joinville. No cenário nacional, Blumenau aparece em 51º lugar.

Essa pesquisa foi divulgada no dia 9 de dezembro e mostra que o número de empresas em Blumenau era 9,75% maior do que no mesmo período do ano passado. De 2012 para 2013, também houve crescimento de 10,35%. Na cidade, atualmente, são 41.254 empresas ativas. No mesmo levantamento, o estado de Santa Catarina responde por 4,32% dos negócios do país, com 746.825. O número é 10,02% maior do que o volume de empresas de 2013. Deste total, 9,11% dos negócios tem até um ano, e 17% entre um e dois anos.

Marcos Kalvelage é um desses novos empreendedores blumenauenses: com o irmão,

Bruno Hansen é o idealizador do estúdio Elaiá, que analisa o comportamento do consumidor brasileiro para desenvolver estampas Clique para ver maior | Imagem: Daniel Zimmermann

Bruno Hansen é o idealizador do estúdio Elaiá, que analisa o comportamento do consumidor brasileiro para desenvolver estampas
Clique para ver maior | Imagem: Daniel Zimmermann

Maurício, e outros sócios, criou a Vodka Kalvelage em novembro de 2013. Foram três anos de pesquisa e elaboração do projeto da destilaria. Hoje, a bebida já pode ser encontrada em quatro estados brasileiros, na Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Santa Catarina. Para atender os locais que não contam com pontos de vendas físicos, a marca lançou recentemente o seu e-commerce (www.kalmae.com.br).

O empresário explica que, como todo início de empresa, a Kalvelage também teve algumas dificuldades. A principal foi vencer a barreira do preconceito com uma bebida premium nacional. “As pessoas não acreditam que possa existir uma vodka de qualidade produzida no Brasil. Com os prêmios internacionais que conquistamos (um nos Estados Unidos e outro em Hong Kong, na China), os brasileiros começaram a prestar mais atenção no nosso produto”, avalia Marcos.

Impulsionando o número da pesquisa também está o Estúdio Elaiá, idealizado pelo empreendedor Bruno Hansen. A inovação no ramo da moda, com estampas que remetem e valorizam a cultura brasileira, é o diferencial da empresa criada em outubro de 2014. “Não existia um estúdio focado em estampas aqui e as marcas acabavam comprando os desenhos de fora. Mas o consumidor brasileiro tem um comportamento único e vimos nisso uma oportunidade de negócio”, comenta Bruno.

Sobre a Kalvelage
Vodka premium de cereais produzida em Botuverá (SC), a Kalvelage mantém o escritório em Blumenau (SC). A Vodka Kalvelage foi a única brasileira premiada no San Francisco World Spirits Competition 2014 e a única das Américas a receber medalha no Hong Kong International Wine and Spirits Competition 2014.

Sobre o Elaiá
Criado com base na nova economia, impulsionada pela chegada da Geração Z, o estúdio de criação de estampas Elaiá valoriza a moda e a cultura brasileira, com um novo conceito de trabalho. A informalidade no dia a dia, o contato mais intimista com os clientes e a busca pela criação de peças que imprimam toda a criatividade brasileira são destaques do empreendimento.

Idealizado pelo empresário Bruno Hansen, de 22 anos e que integra a chamada Geração Z, o Elaiá acredita que a valorização das pessoas e a das suas ideias é um dos pontos chave para a chamada nova economia criativa. Busca proporcionar ambientes de troca de experiências e trajetórias e acredita que a união entre empresas do setor de moda é fundamental para fortalecer o segmento catarinense e brasileiro no cenário mundial.

Andressa da Silva Peixer

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