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Como o Chief Culture Officer pode impulsionar a construção do branding

Novo perfil profissional vem ganhando espaço nas empresas por ajudar a manter viva a cultura organizacional

Como o Chief Culture Officer pode impulsionar a construção do branding 1Um novo perfil profissional vem ganhando espaço no mercado e tem sido visto como a “posição do futuro”: o Chief Culture Officer ou, numa adaptação para a língua portuguesa, o Diretor Executivo de Cultura. Trata-se de profissionais e instituições que sabem interpretar a cultura de seu tempo e o comportamento humano, fazendo com que suas ações antecipem tendências e necessidades que ninguém previa. “Todas as organizações possuem culturas e uma essência que é só delas. Para que essa cultura continue sempre viva é necessário existir um ‘Chefe da Cultura’, podemos assim dizer, um CCO. Ele é uma ponte entre várias áreas e precisa ter uma visão ampla de mercado e da organização, para que a cultura organizacional permaneça sempre a mesma”, explica o especialista em branding e founder do Maka.Brandng, Maka Werner.

Segundo ele, a cultura pode ser atualizada, porém, não deve ser alterada completamente. “Pode ser que ela tenha começado com o CEO da organização, mas mesmo após ele deixar o cargo a cultura precisa ser incorporada à marca como um todo, não importa quem esteja no comando”, aponta. Entre os benefícios para as empresas manterem suas culturas, Maka destaca que a essência é um elemento de diferenciação das marcas, portanto é o que as torna únicas. Além disso, quando a cultura é bem clara para todos, a organização conseguem caminhar mais firmemente para o seu futuro, pois todos os envolvidos já sabem os passos que deverão tomar.

Chief Culture Officer e Branding

Construir marcas vai muito além de desenvolver logotipos. É a construção de histórias e experiências, que vão levar os consumidores e stakeholders a sentirem um marca e posteriormente a adorarem a mesma. É aí que entra o papel do Chief Culture Officer: desde o início do processo, ele atua em conjunto com o processo de desenvolvimento, mantendo a cultura da marca sempre viva. “Existem basicamente dois tipos de cultura: a cultura rápida – os modismos passageiros – e a cultura lenta, que leva os consumidores a adorarem uma marca pela sua essência. Esta última é muito mais lucrativa, pois se consolida com o tempo e não é passageira. O CCO atua principalmente na cultura lenta, convergindo a organização sempre para o mesmo mindset”, pontua Maka Werner.

Na opinião do especialista em Branding, quando uma marca tem um CCO ela consegue ter um poder e uma essência muito mais fortes, o que ocasiona um diferencial competitivo no mercado. “As marcas não podem ser somente a imagem e visão de uma pessoa. Caso sejam, quando este indivíduo deixar a empresa, a marca vai com ele. Marcas fortes têm personalidade e cultura próprias. A cultura pode ter início com uma ideia ou conceito de um indivíduo, porém precisa se incorporar à marca a andar sozinha”, pontua Maka.

É importante destacar que este é um trabalho a longo prazo, uma vez que não se constrói uma cultura de marca da noite para o dia. “O caminho mais fácil a se seguir é comunicar sempre a cultura da marca em todas as experiências criadas. Precisamos sempre falar sobre a marca da mesma maneira e manter a chama da organização, o elemento que irá ser o diferencial no mercado, sempre  ativo. Colocar essa cultura em todos os detalhes é o melhor caminho, desde como estacionar o carro na empresa ao chegar até a venda de um produto”, orienta o especialista.


Bruna Gabriela Ziekuhr
Presse Comunicação

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