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Saúde

Cuidados na hora de comprar e consumir água mineral

Essencial para nossa saúde e sobrevivência, a água pode ser ingerida sem contraindicação.
Porém, é necessário tomar alguns cuidados na hora de comprá-la.

Cuidados na hora de comprar e consumir água mineral 1O consumo de água mineral tem se intensificado, visto a preocupação da população com higiene e praticidade, o que leva as pessoas a pensarem que estão fazendo bem à saúde e adquirindo um produto de qualidade e sem contraindicação. “Porém, infelizmente, não é bem assim que funciona. A falta de atenção na compra da água mineral pode trazer graves consequências à saúde. Alguns componentes da água podem ser prejudiciais”, afirma Patrick Vailatti, diretor e químico da Laboprime, empresa especializada em amostragem e análises físicas, químicas e microbiológicas, em amostras de águas, efluentes, alimentos, materiais e análises de agentes químicos para higiene ocupacional.

Dentre os elementos químicos presentes na água mineral, um dos grandes vilões é o sódio. A organização Mundial da Saúde (OMS) orienta o consumo máximo de 2.000 mg de sódio por dia. Baseada nesta orientação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, passou a determinar como valor máximo permitido 600 mg/L de sódio na água mineral. “A dúvida da maioria das pessoas é de como identificar se a água mineral possui baixa quantidade de sódio. O que deve ser observado é se a quantidade de sódio na água mineral for menor ou igual a 80 mg/L, essa água pode ser considerada com baixo teor de sódio. Se a quantidade for menor ou igual a 40 mg/L, esta será considerada como um produto com muito baixo teor de sódio”, afirma Patrick.

De acordo com a Resolução da Anvisa (RDC nº 274 de 22 de setembro de 2005), as águas minerais não poderão conter concentrações acima dos limites máximos permitidos das substâncias químicas inorgânicas e orgânicas que representam risco à saúde. Alguns minerais merecem atenção especial, pois quanto menos, melhor. São eles: Sódio, Arsênio, Antimônio, Cádmio, Cloretos, Bário, Nitrato e Zinco.
“Além das substâncias químicas orgânicas e inorgânicas, as águas minerais quando envasadas de forma inadequada, poderão sofrer contaminações por agentes biológicos tais como os prescritos na Resolução da Anvisa (RDC nº 275, DE 22 de Setembro de 2005)”, ressalta Patrick.

Cuidados necessários
Na hora de comprar água mineral, o consumidor deve observar a tabela de composição química e saber a procedência da mesma. Na composição química, é necessário verificar qual a concentração de sódio, qual o valor do pH e dos demais sais minerais. A água ideal será aquela que possuir em sua composição um pH alcalino, baixo teor de sódio e níveis aceitáveis de minerais importantes, tais como Vanádio, Magnésio e Potássio.

Ao comprar água mineral o cliente deverá observar também, se o boletim emitido pelo Laboratório de Análises Minerais (LAMIN), não está com a data desatualizada, uma vez que este deverá ser atualizado a cada três anos. A análise química de água mineral é fundamental para determinar a qualidade da mesma.

Qual o pH ideal para água mineral?
De acordo com a recomendação da American Public Health Association, o pH ideal deve estar entre 7 e 10, o que caracteriza uma água neutra ou alcalina. Portanto, antes de adquirir água mineral deve-se levar em consideração todos os fatores apresentados, para que problemas de saúde possam ser evitados.

Sobre a Laboprime
A Laboprime é um laboratório de análises químicas nos seguintes segmentos: ar, alimentos, materiais, água, efluentes, resíduos e análises de agentes químicos para higiene ocupacional. Sediada em Timbó (SC), está há seis anos no mercado, fornecendo serviços de análises e consultoria técnica com qualidade certificada. Atende empresas de diversos segmentos em todo o Estado de Santa Catarina.


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