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Política

Defesa dos animais pauta atuação de Angela Albino

Parlamentar é autora de dois projetos ligados à causa e apoiou construção de Centro de Zoonoses na Grande Florianópolis

Foto Angela Albino         Na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), Angela Albino (PCdoB) sempre foi uma aliada de quem ama e cuida dos bichinhos. Como deputada ela apresentou dois projetos ligados à causa e apoiou com emenda a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2015 a construção de um Centro de Zoonoses na Grande Florianópolis. Candidata à Câmara Federal, a comunista continuará atenta aos temas em debate no Congresso Nacional que digam respeito à saúde e a proteção dos animais.

         Entre as suas propostas em tramitação no legislativo catarinense está o PL 0217.5, de 2014, que institui a Semana Estadual de Conscientização dos Direitos dos Animais. Angela propõe que ações de divulgação dos direitos dos animais sejam promovidas no estado, anualmente, a partir do dia 4 de outubro – data em que se festeja o dia de São Francisco de Assis, que é reconhecido com o santo padroeiro dos animais. “Creio que campanhas de conscientização são fundamentais para diminuir e coibir casos de maus tratos como os que vemos nos meios de comunicação quase que diariamente”, enfatiza.

Outra ações – Angela Albino é coautora do PL 0079.2, de 2013, que proíbe a prestação de serviços de vigilância de cães de guarda com fins lucrativos em SC. Ao justificar a iniciativa, a deputada afirma que o projeto é um grito de “Basta” à utilização animal para execução de trabalhos tipicamente humanos. “Atendemos a uma reinvindicação dos órgãos de proteção animal que têm registrado um número cada vez mais crescente de reclamações sobre os serviços prestados por empresas que locam cães para vigilância de imóveis e submetem os animais a maus tratos”, ressalta.

A deputada adverte que é difícil combater essa prática, pois a atividade de vigilância animal não é passível de fiscalização, uma vez que, eu sua maioria, é realizada clandestinamente. “Trabalharmos para proibir esse tipo exploração que além de ser uma prática cruel, interfere no mercado de trabalho dos vigilantes que se preparam pra o exercício da profissão”, completa. No Rio Grande do Sul, Paraná e Mias Gerais isso já é lei.

Imprensa Angela Albino

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