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Depressão na adolescência é tema das cenas de improviso apresentadas pelo Grupo de Teatro da FIC

Depressão na adolescência é tema das cenas de improviso apresentadas pelo Grupo de Teatro da FIC 1No Setembro Amarelo, mês dedicado à campanha de valorização pela vida, o Grupo de Teatro Trapos e Farrapos, da Fundação Indaialense de Cultura, se apresentou em educandários municipais para propor uma reflexão sobre a depressão na adolescência. As peças foram realizadas nas Escolas Profª Úrsula Kroeger e Profª Ana Lúcia Hiendlmayer com as turmas de 8 e 9º ano, dentro do projeto “Teatro da FIC vai à Escola”, em parceria com a Secretaria de Educação.

O elenco estudou as principais causas desse fator e levou ao público cenas de improviso sobre o tema, chamando a atenção para um assunto tão sério em relação ao adolescente e abordando assuntos como drogas, alcoolismo, machismo, entre outros.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que a depressão afeta 322 milhões de pessoas no mundo, de acordo com uma pesquisa feita em 2015. A depressão está diretamente relacionada ao suicídio, e essa doença psicológica tem crescido de forma expressiva entre os jovens. Ainda segundo a OMS, até 2020 a depressão passará a ser a segunda maior causa de incapacidade e perda de qualidade de vida na população mundial.

Em 2015, 788 mil pessoas morreram por suicídio, o que representa quase 1,5% de todas as mortes no mundo, ficando entre as 20 maiores causas de morte do ano. Entre jovens de 15 a 29 anos, o suicídio foi a segunda maior causa de morte em 2015.

As principais causas da depressão na adolescência podem ser: drogas e alcoolismo; histórico familiar de depressão; situações de estresse como doença crônica, perda de alguém querido ou fracasso escolar; necessidade de sucesso e perfeição; alterações no corpo; distúrbios hormonais; problemas familiares como falta de atenção e carinho, implicância dos colegas na escola ou rejeição.

Já os sintomas de depressão que o adolescente pode apresentar podem ser: tristeza; cansaço constante; problemas de memória e concentração; alterações de humor; choro frequente; falta de interesse ou prazer nas atividades diárias; entre outros.

Muitas vezes os adolescentes apresentam sentimentos exagerados de culpa que levam a pensamentos suicidas ou homicidas. “Essas características podem ajudar os pais, professores e amigos próximos a identificar o problema, ou ainda pode ser feita análise dos sintomas por um médico, que irá diferenciar esses sintomas de situações como estresse, ansiedade ou distimia, por exemplo. O primeiro passo é o diálogo, e se os pais não perceberem, mesmo que seja difícil, o jovem tem que ser o agente da fala e dizer: eu me sinto depressivo”, comenta Liziane Largura, professora e coordenadora do Grupo de Teatro.


Graciely Guesser Ramos
Jornalista
Departamento de Comunicação
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