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Política

Desembarque do PMDB é xeque-mate para Dilma, avalia deputado Peninha

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No dia em que o PMDB nacional decidiu romper oficialmente com o governo Dilma, outros partidos também sinalizaram o desembarque, agravando a situação da presidente e pondo ainda mais gasolina na fogueira do impeachment. Lideranças do PSD, PR e PP garantem que as siglas estão de malas prontas para deixar o barco. “Quando eu disse aqui na Câmara, há cerca de um mês, que teremos mais de 400 votos favoráveis ao afastamento de Dilma, falaram que eu estava exagerando. Hoje não há a menor dúvida de que o impeachment é irreversível. Só o PT e o Partido Comunista continuarão no governo, todos os outros abrirão os olhos a tempo de perceber que o Brasil não está no rumo certo”, destacou o catarinense Rogério Peninha Mendonça (PMDB), uma das vozes que mais tem se destacado na oposição.

            Durante a reunião que determinou o desembarque peemedebista, decidido de forma unânime e por aclamação dos membros do diretório nacional, ficou decidido que os seis ministros do PMDB e os filiados que ocupam outros postos no Executivo federal entregarão seus cargos. Quem descumprir a decisão, sofrerá processo de expulsão do partido. O vice-presidente da República, Michel Temer, não participou do encontro que referendou a ruptura com o governo, sob o argumento de que não desejava influenciar a decisão. Nos bastidores, contudo, ele participou ativamente para mobilizar o desembarque do partido e organizou diversas reuniões nos últimos dias com parlamentares e ministros do PMDB em busca de uma decisão uníssona.

            Atualmente, o PMDB é detentor da maior bancada na Câmara, com 68 deputados federais. O apoio ao governo, no entanto, nunca foi unânime dentro da sigla. As críticas contra Dilma Rousseff aumentaram com o acirramento da crise econômica e a deflagração do processo de impeachment. “O PMDB de Santa Catarina foi o primeiro diretório estadual a deixar o governo. O PT nunca deu a atenção que os catarinenses merecem. Somos um dos estados que mais contribuem com a União por meio de tributos, mas esse dinheiro vai e não volta. Nossa esperança é que o governo do Michel [Temer] seja um divisor de águas nesse sentido”, enfatizou Peninha.

            A reunião que sacramentou a ruptura da aliança PT/PMDB durou exatamente 4 minutos e 12 segundos. Após a aprovação da moção que previa o rompimento, houve gritos de “Fora PT”.


Rafael Pezenti
Assessor de Imprensa
Dep. Rogério Peninha Mendonça (PMDB/SC)

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