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Governo de Santa Catarina

Em Brasília, governador participa de reunião do Cone Sul sobre segurança na faixa de fronteira

Fotos: Airton Fernandes/Secom

Fotos: Airton Fernandes/Secom

O governador Raimundo Colombo participou, nesta quarta-feira, 16, no Palácio do Itamaraty, em Brasília, de reunião do Cone Sul sobre a segurança nas cidades fronteiriças. O objetivo foi debater ações conjuntas entre os entes federados de combate ao narcotráfico, ao contrabando e ao tráfico de armas e de pessoas. “Discutimos ações para ampliar o trabalho que já realizamos nas fronteiras e que, agora, com a chegada da temporada de verão e recebimento de um número maior de turistas, devem ser fortalecidas”, salientou Colombo. Acompanharam a reunião o secretário de Segurança Pública, César Grubba, e a secretária de Articulação Nacional, Lourdes Martini.

Conforme o governador, Santa Catarina recebe, apenas da Argentina, aproximadamente dois milhões de visitantes durante a temporada. “Os tratados assinados e debatidos hoje avançam na legislação e na integração da inteligência para que tenhamos mais eficiência na atuação”, complementou.

A reunião do Cone Sul foi aberta pelo presidente da República, Michel Temer, ao lado dos ministros das Relações Exteriores, José Serra; da Defesa, Raul Jungmann; da Justiça, Alexandre de Moraes; e do Gabinete de Segurança Institucional, general Sergio Etchegoyen. Também contou com a presença de representantes de cinco países, além do Brasil: Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai.

Segundo o ministro José Serra, o Brasil é o terceiro país do globo em fronteiras terrestres, sendo o 18º mais violento do mundo, com 32% dos homicídios, e o terceiro da América do Sul, atrás apenas da Venezuela e da Colômbia. “Atualmente, 99% das armas ilícitas entram pelas fronteiras. O crime é transnacional, ou trabalhamos juntos ou não teremos solução”, afirmou. Já o ministro da Justiça complementou que, com relação às drogas, o Brasil é o maior consumidor de crack do planeta e o segundo maior de cocaína. “Já temos tratados e acordo assinados, mas nunca os implementamos. É preciso fazer algo permanente”, disse.

Ao final do encontro, foram definidos os parâmetros para intensificar o contato direto entre as agências de segurança, aduana e inteligência dos países do Cone Sul.

 


Fernanda Rodrigues
Assessoria de Imprensa
Secretaria Executiva de Articulação Nacional

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