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Política

Jorginho Mello comemora renúncia de Eduardo Cunha

jorginhoO deputado federal Jorginho Mello (PR) comemorou a renúncia do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no começo da tarde desta quinta-feira (7). Cunha é acusado de quebra de decoro parlamentar por manter contas secretas no exterior e de ter mentido sobre a existência delas em depoimento à CPI da Petrobrás no ano passado.

De acordo com Jorginho Mello, o gesto de Cunha “significa que está se encerrando uma triste novela no parlamento”. “Agora teremos uma nova eleição para presidência da Casa que terminará com o clima de instabilidade”, afirma o parlamentar.

Com a renúncia, o presidente em exercício da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), terá prazo de até cinco sessões para marcar uma eleição para preencher o cargo até fevereiro de 2017, quando acabaria o mandato do peemedebista na presidência.

Eleição do substituto

Qualquer deputado federal em exercício, à exceção de Eduardo Cunha, poderá participar da disputa que escolherá o presidente para o mandato tampão da Câmara. A eleição será secreta e ocorrerá por meio do sistema eletrônico, onde são registrados os votos.

Para que haja quórum para a eleição, a maioria dos deputados deve estar presente à sessão (257 dos 513 parlamentares). Para que seja eleito um presidente em primeiro turno, será preciso que o candidato obtenha a maioria absoluta dos votos, ou seja, se estiverem presentes 257 deputados, são necessários os votos de pelo menos 129 deputados.

Se nenhum candidato alcançar a maioria absoluta dos votos no primeiro turno, a eleição será disputada em um segundo turno. Neste caso, bastará maioria simples dos votos para eleger o novo presidente da Câmara.

 


Rafael Wiethorn

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