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Blumenau

Mais de 57 mil pessoas foram impactadas pelos Trapamédicos em 13 anos

Em 2019 o grupo realizou 4.664 visitas, 107 a mais do que em 2018. Além dos doutores em besteirologia, ONG de Blumenau (SC) conta com outros três projetos, que envolvem cerca de 70 voluntários

Seja através do nariz vermelho e do figurino, dos cães e seus truques ou ainda da interação com a música. De alguma forma os Trapamédicos conseguem transformar o ambiente por onde passam. Em 13 anos de trabalho, a ONG de Blumenau (SC) já impactou 57.302 pessoas no Hospital Santa Isabel, Hospital Santa Catarina, Hospital Santo Antônio, Asilo Casa São Simeão e Renal Vida. Só em 2019 foram 4.664 visitas realizadas, 107 a mais do que em 2018. O grupo conta com cerca de 70 voluntários.

Além dos doutores em besteirologia, compõem os Trapamédicos outros três projetos: Alecrim Dourado, que faz intervenções com instrumentos musicais na ala psiquiátrica e UTI neonatal de hospitais; Trapacello, iniciativa que leva o acolhimento para as recepções das entidades através da música e o TrapaPet, visitas acompanhadas de cães terapeutas, que só no ano passado tocou 262 moradores da Casa São Simeão.

Retorno para a comunidade
Não é somente com as intervenções que os Trapamédicos impactam vidas. Em 2019, o grupo doou R$ 10 mil para o Ambulatório de Cuidados Paliativos do Hospital Santo Antônio e ainda itens como cama hospitalar, liquidificador e ferro de passar industriais para a Casa São Simeão. Isso foi possível graças ao apoio dos patrocinadores: Unimed, Agrosul e Hospital do Pulmão.

Novos voluntários e capacitações
No último ano, o projeto TrapaPet ganhou reforços. Isso porque três cães e seis voluntários passaram a integrar o grupo, após um processo seletivo que contou com 39 participantes. Além disso, os integrantes dos Trapamédicos participaram de diversas capacitações, com objetivo de melhorar a atuação nas instituições. “Foram sete encontros, desde oficina de maquiagem para clown, quanto formações e palestras de desenvolvimento humano. Estas ações são essenciais para a evolução da equipe e também do projeto”, comenta Adriana Kreibich da Costa, presidente da ONG.

De acordo com ela, o balanço de 2019 foi bastante positivo. “Entendemos que o trabalho voluntário deve ser levado a sério e durante esses 13 anos procuramos passar isso para a comunidade. Costumo dizer que o sorriso de cada pessoa é o nosso maior pagamento, mas as outras conquistas também são importantes e só foram possíveis graças ao esforço dos integrantes, além das empresas e instituições que acreditam no projeto”, encerra.

Sobre os Trapamédicos
Doutores em besteirologia que buscam transformar a rotina de quem está em tratamento. É assim que trabalham os voluntários do Trapamédicos, organização sem fins lucrativos que há mais de uma década atua em Blumenau (SC). Os palhaços de hospital levam semanalmente um clima de descontração para os pacientes que visitam e alertam: eles não querem fazer rir, mas deixar o dia a dia de quem passa por situações difíceis um pouco melhor e mais leve. Em 2013 o projeto ganhou uma vertical: o Trapapet, em que os cães dos voluntários são treinados para realizarem visitas no Asilo São Simeão e também à Ala Psiquiátrica do Hospital Santa Catarina.


Carol Sperb

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