Dicas de como evitar golpes digitais em transações bancárias

Dicas de como evitar golpes digitais em transações bancárias

18 de junho de 2020 Off Por Redação

Para não cair em golpes virtuais é preciso estar atento à segurança digital, recomenda especialista

            A pandemia do novo coronavírus nos aproximou ainda mais do mundo virtual: as transações que podem ser realizadas pela internet vêm facilitando o dia a dia de muitos brasileiros, mas é preciso ter cuidado com os golpes virtuais. O aumento das operações digitais aparece acompanhado de constantes casos de invasão a dispositivos tecnológicos. Ligações, mensagens e fraudes costumam ser usadas como ferramentas para burlar a segurança digital.

            De acordo com Emmanoel Monteiro, professor e coordenador dos cursos de tecnologia da Faculdade Estácio de Natal, “a maioria das instituições bancárias já investe em seus aplicativos para torná-los seguros aos usuários, resta ao cidadão seguir algumas recomendações para se proteger dos possíveis golpes”. É importante, alerta ele, ficar informado sobre como essas armadilhas acontecem.

Esses golpes estão cada dia mais inovadores. Por meio deles, bandidos criam aplicativos que simulam app’s oficiais, como por exemplo o do auxílio emergencial; se passam por funcionários de bancos; acessam celulares e, com isso, descobrem senhas, endereços e dados que deveriam estar protegidos. Um golpe muito comum é o recebimento de uma ligação e, em seguida, a solicitação do código gerado pelo WhatsApp. Com os números em mão, os golpistas clonam a conta do app do serviço de mensagens e enviam pedidos de depósitos e transferências a amigos da vítima.

O especialista em tecnologia afirma ainda que a segurança em aplicações bancárias via aplicativos deve seguir recomendações simples, porém eficazes: “manter o sistema do dispositivo atualizado; evitar acessar apps bancários por rede pública aberta (wifi desconhecido); habilitar a verificação em duas etapas, isso aumenta a segurança; monitorar as contas com frequência para identificar transações suspeitas; ter uma senha segura, ou seja, sem informações que possam ser identificadas no seu perfil pessoal como data de aniversário, número do CPF ou número de identidade”, aponta Monteiro.


Márcia Oliveira – Jornalista