Timbó não registra casos de dengue

Timbó não registra casos de dengue

26 de maio de 2020 Off Por Redação

Diante do boletim emitido pela Diretoria da Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC) no dia 16 deste mês, onde consta que o Estado confirmou 4.601 casos de dengue entre os dias 29 de dezembro de 2019 e 16 de maio de 2020, a Prefeitura de Timbó, através da Vigilância Epidemiológica, informa que:

Neste ano foram feitas sete coletas de casos suspeitos de dengue no município. Todas as amostras foram encaminhadas ao Lacen, em Florianópolis, e deram resultado negativo. Há hoje seis focos do mosquito Aedes Aegypti em Timbó, todos sendo monitorados pela Vigilância Sanitária, garantindo a segurança da comunidade. Sendo assim, o município não registra casos de dengue até o presente momento.

Atualmente, Santa Catarina possui 10 municípios considerados em situação de epidemia por dengue. Destes casos foram isolados três sorotipos, sendo que em 39,3% das amostras (11/28) foi identificado o DENV1, em 53,6% (15/28) o DENV2 e em 7,1% (2/28) o DENV4 (que aparece pela primeira vez em SC). Ou seja, é possível que a pessoa contraia três tipos de dengue (de forma isolada ou ao mesmo tempo).Você pode conferir o boletim completo da Dive/SC clicando nesse link: https://is.gd/kB1KnT.

Sinais e sintomas

Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40° C) de início abrupto, que tem duração de 2 a 7 dias, associada à dor de cabeça, fraqueza, a dores no corpo, nas articulações e no fundo dos olhos. Manchas pelo corpo estão presentes em 50% dos casos, podendo atingir face, tronco, braços e pernas. Perda de apetite, náuseas e vômitos também podem estar presentes.

Sangramentos de mucosas (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, letargia, sonolência ou irritabilidade, hipotensão e tontura são considerados sinais de alarme. Alguns pacientes podem, ainda, apresentar manifestações neurológicas, como convulsões e irritabilidade.

Orientações para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti

  • evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usá-los, coloque areia até a borda;
  • guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;
  • mantenha lixeiras tampadas;
  • deixe os depósitos d’água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
  • plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água;
  • trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;
  • mantenha ralos fechados e desentupidos;
  • lave com escova os potes de comida e de água dos animais no mínimo uma vez por semana;
  • retire a água acumulada em lajes;
  • mantenha fechada a tampa do vaso sanitário;
  • evite acumular entulho, pois ele pode se tornar local de foco do mosquito da dengue;
  • denuncie a existência de possíveis focos de Aedes aegypti para a Secretaria Municipal de Saúde;
  • caso apresente sintomas de dengue, chikungunya ou zika vírus, procure a Unidade de Saúde mais próxima.

Assessora: Aline Brehmer
Arte: PMT